se meu msn falasse… November 5, 2009
Posted by Paula Schutze in 1, casadostrinta.10 comments
pauta do dia: frases toscas do msn. porque um dia o carinha que cria os upgrades de versões do messenger resolveu que ia deixar um espaço para a pessoa “colocar aqui sua mensagem pessoal”. e assim fez-se a zona… tenho saudades do msn tradicional, fotinho, nick e só. nada de frufruzices, mensagens que comprometem o caráter de quem escreve e a paciência de quem lê.
dê uma boa olhada para a sua lista de contatos agora, neste exato momento, e me responda: quantas mensagens pessoais são plenamente dispensáveis, contem informações inúteis para a sua existência ou frases feitas que você só gostava de usar quando era adolescente? claro, para toda regra há exceção. mensagens engraçadinhas, ou que não ferem a moral e os bons costumes virtuais. trechinhos de música – esses eu adoro.
mas como tudo nessa vida, tem muita gente que perde a mão. listo aqui as piores categorias.
- termômetro de humor – eis o cara que todo dia troca a mensagem pessoal, contando como está se sentindo. observe que geralmente essas pessoas NUNCA estão felizes, néam. do básico “hoje num tô pra conversa” (então desliga o msn, que tal?) até coisas mais pesadas. o melhor que já vi: “hoje estou o cu da cobra”.
- minutos de sabedoria – com certeza é a categoria mais brega de todas. frases feitas, longas, e sempre assinadas por um mestre das palavras. uma forma linda de transmitir a todos os contatos uma mensagem de paz, amor, fé, luz e esperança. já vi muitas ótimas, infelizmente não me recordo de nenhuma agora, então vou bolar meu próprio minuto de sabedoria msn. “o mais incrível do amor é que eles transcende todas as barreiras do plano físico e nos atinge profundamente enchendo nossos corações de harmonia. Fernando Pessoa”. eu ainda acho que o nome do autor só serve pra dar uma certa credibilidade ao conteúdo…
- rapidinhas desnecessárias – as mais inúteis. pequenas mensagens cujo conteúdo só interessa a quem escreveu. tô com fome (pede um lanche), tô com sono (vai dormir cedo então), ai que calor (conversinha de elevador, essa).
- the book is on the table – adoro. juro! não é o máximo quando a pessoa constrói a mensagem em inglês da forma mais macarrônica possível? tipo “yes, we have the sun”.
- quem sou? onde estou? para onde vou? – tá, me chamem de crica, #fifitififiti das pessoas fazem isso. Joana – em Cancun. Mariazinha – em Londres. Cleide – de férias. eu mesma já fiz isso. assumo. e provavelmente farei de novo. deviam proibir a combinação férias + computador. simples assim. pra gente aproveitar mais a vida ofiláine.
- luto. não é que eu seja insensível. pelo contrário: sou sensível demais. acho que luto é um sofrimento tão grande, e ao mesmo tempo tão pessoal, que não deve ser compartilhado dessa forma. mas isso é só o que eu penso. traumatizei depois que uma amiga apareceu com “luto” no msn, fui perguntar e quem tinha morrido era o cachorro… longa história, conto outra hora.
- you´ve got message. pois então. num tem aí no seu msn aquele cara dizendo assim “Ju, pode ligar que tô em casa”? ou então “Zequinha, te amo, você é tudo pra mim”. taí a parte que eu não entendo: não dava pra, tipo assim, falar direto CA pessoa?
a melhor frase proibida de msn veio do meu respectivo. se eu usasse msn no trampo, ia deixar assim “fui cagar, volto em 20 minutos”. bingo.
|update| faça como a Oksana e compartilhe nos comentários as melhores frases do MSN!
beijo,tchau.
pílula da semana. October 28, 2009
Posted by Paula Schutze in casadostrinta.Tags: felicidade, lifetime, música
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já falei várias vezes que músicas são pílulas de felicidade instantânea. nesta vida de passageira do transporte coletivo urbano, o iPod virou meu melhor amigo. poucas coisas trazem tanta alegria quanto os primeiros acordes de uma música que eu gosto muito.
e essa semana a música de felicidade instantânea é dos senhores Sabonetes. não tentei baixar em mp3 ainda mas fica aqui o videoclipe lançado por estes dias.
poesia da vida October 23, 2009
Posted by Paula Schutze in casadostrinta.Tags: comédia, facts, felicidade, humor, lifetime
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volta-e-meia me vem à cabeça a célebre frase que alguém costumava me falar, “um lugar bonito, pena que tão mal povoado”. é assim que o mundo é, né? tirando as favelas do Rio de Janeiro, até que a cidade é bonita. tirando o fedor de São Paulo, a cidade até que tem seu charme. tirando o petit-pavê, até que Curitiba é agradável. e por aí vai… vai não.
o que estraga o mundo são as pessoas, só pra lembrar. inclusive fenômenos “naturais” como invasão de morros e fedor em rios são pura consequência de merdas (hahaha, essa foi sem querer) que já fizemos. o petit-pavê também! algum dia, alguém olhou para aquilo e achou que ficaria bonito pregar pedrinhas pretas e brancas nas calçadas da cidade. pra você ver que a gente não pensa MESMO antes de fazer qualquer cagadinha. sabemos que jogar lixo no rio vai deixá-lo fedido daqui uns 10 anos, mas o futuro parece muito distante. sabemos que a manutenção de pedrinhas é trabalhosa, que muitas delas vão soltar, causar tropeços, destruir saltos… mas o caminho mais curto é aquele que a gente já fez, né? dá-lhe petit-pavê na cidade toda.
mas enfim. ainda assim eu gosto do mundo. por exemplo: poucos acreditam quando eu digo que não me importo de andar de ônibus. mas é a mais pura verdade. veja bem, se a pessoa não tem carro e nem disposição pra andar 8km até o trabalho, o mínimo que ela deve fazer é aceitar sua condição. vou fazer o quê? roubar um carro? pegar carona na rabeira de caminhão?
e tem outra coisa. o ônibus que eu ando é um ônibus de família. não é o biarticulado enorme, fedido e lotado não. é ônibus pequeno, do amarelinho, cheio de senhorinhas, alguns engravatados, estudantes, funcionários de firma assim como eu. é todo mundo limpinho, cheirosinho – quem nunca entrou num interbairros às sete da manhã nem sonha que existe gente cheirando a cecê ANTES de pegar no pesado.
mas no meu amarelinho não. no amarelinho todo mundo tá limpinho às 7 a.m. a parte triste é que, gente, o chuveiro não limpa as pessoas por dentro, sabe. todo mundo arrumadinho, roupa passada, carregando a pastinha da faculdade que não deve custar barato. e todo mundo mal-educado.
o sofrimento começa assim que eu chego no ponto do busão: fica dentro de um terminal. ou seja, não tem fila. ou seja, vira zona. em pouco tempo, já peguei o macete que vai me garantir um confortável banco de plástico dentro do amarelinho: tem que esperar perto da porta. e pra isso, é claro, é preciso adivinhar aonde vai ficar a porta. afinal, o ônibus não está lá ainda, né? e aí, na hora que o busão estaciona, é respirar fundo e rezar. as pessoas ficam ensandecidas, repentinamente todo mundo está apinhado, empurra-empurra pra tentar entrar no ônibus antes. rola aquela muvuca tipo entrada de galera no estádio antes do show do ac/dc, saca?
e tudo isso pra quê, minha gente? pra ir sentado. um mísero banco de plástico, escorregadio e tão confortável quanto sentar a bunda num toco de árvore. e daí tem o povo que precisa entrar naquele ônibus, que sai carregado de gente até o talo, motorista fecha a porta e vai comprimindo todo mundo pra dentro da latinha. e pra quê? pra chegar 5 minutos antes, afinal hoje em dia todo mundo vive com pressa, então é melhor ser mal-educado mas ao menos chegar no horário.
de uns tempos pra cá, diversas situações me fizeram repensar a forma como eu me coloco no mundo. ser rabugenta e dona da verdade era super legal. mas o mundo é bem maior do que o meu umbigo, de modo que precisei rever vários contextos de socialização. passei a tolerar coisas bem mais xaropes do que um busão cheio. e passei a me expressar com mais parcimônia, o mundo não tem culpa se eu tenho problemas. parei de deixar os cascos pelo caminho. e com isso fiquei assim, mais leve, menos mal-humorada, e essa tarefas corriqueiras obrigatórias deixaram de ser um fardo. ainda não consigo enxergar a poesia da vida, e não acho que essa seja a finalidade. e a ideia também não é fazer do mundo um lugar melhor, afinal tem mais bilhões de pessoas que precisariam compartilhar disso. pra resumir, descompliquei certas partes da minha vida que não precisavam MESMO ser tão difíceis.
resumo de tudo é o que eu twittei dia desses: 99,99% do mundo não sabe que a gente existe. e ainda assim, não nos esforçamos para ficar em paz com os 00,01% que sabe…
post scriptum October 21, 2009
Posted by Paula Schutze in casadostrinta.Tags: comédia, humor, lifetime, mudança
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agora que o tipos vai fechar, chegou a hora da grande revelação. eu era Júlia Harris – “Júlia Harris contém glúten”. poucos lembrar-se-ão dela, pois J.H. fez uma passagem curta (porém estrondosa) pelas páginas do Tipos. salvando os arquivos, deparei-me com pérolas hilariantes que me deram saudades dos tempos em que eu tinha mais criatividade para ser irônica. acho que a idade afetou essa minha veia. então fiquei aqui, relendo o Contém Glúten, e resolvi publicar alguns textos na casa dos trinta, já que eles são de minha autoria mesmo.
vou começar com este publicado em 27/08/07, com o nome gracinha de “receita para não perder a poesia do amor”. espero que divirtam-se.
A tal da intimidade. Me diz o que você acha dela. Você vai dizer que acha bonito e que faz parte das relações, mas vai dizer isso porque está pensando de maneira superficial. Pensando num Homem lindo acordando só de cueca ao seu lado numa manhã cinza de domingo. Vai dizer que intimidade é bonita porque só te vem à cabeça a imagem do cobertor dividido, do travesseiro que ficou com perfume de alguém. A sua própria imagem de cabelos pingando diante do espelho, enrolada na toalha enquanto o Homem lindo assiste tevê estendido no sofá da sua sala.
Se intimidade fosse só essa coisa bonita a gente podia morar em casas de vidro. Mas não, e não é à toa que nossas paredes são de tijolos, tem coisas que precisam ficar escondidas mesmo.
Por exemplo, eu sempre penso como vai ser a vida quando eu me casar. Ainda nem sei se um dia vou casar, mas já sofro por antecipação. Xixi de porta aberta nunca mais. Nem aquele punzinho inofensivo debaixo das cobertas no meio da madrugada. Arrotar só se for baixinho, tomando cuidado pra o Homem não perceber. Esqueça aquele arroto gostoso depois de um belo gole de coca-cola.
Número dois? Só se for no banheiro de visitas e com o chuveiro ligado, que assim o seu Homem só vai escutar o barulho da água correndo. Dia de dor-de-barriga vai ser um inferno mesmo.
É meio que uma obrigação de preservar a poesia do amor, coisa que já é tão difícil por natureza. Daquele começo lindo geralmente sobra só o sentimento, que é o que nos leva pra frente mesmo. Dividimos tanta coisa vivendo em casal, tanta coisa chata, não faz mal preservar um restinho de intimidade desnecessária.
Abrir mão dos pequenos prazeres escatológicos em nome do amor deve dar trabalho. Mas é um trabalho que vale à pena – eu acho. Tem gente por aí que diz que não liga, mas eu particularmente fico brocha só de pensar no Homem lindo acocorado no vaso se concentrando pra fazer cocô. No meu mundo cor-de-rosa as pessoas não fazem cocô e pronto. E se fazem, eu não preciso ver. Prefiro acreditar que aquela bundinha linda existe só para decorar cueca boxer mesmo.
Fim.
Em breve novos posts de Júlia Harris, agora a.k.a. Paula Schütze
a vida depois da macarronada noturna October 16, 2009
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ai ai
que café gostoso que tomei
tão bão ficar de pança cheia né
adoro
se bem q entrei no regime anteontem
vou ter que entrar também
tudo bem q na pratica vc consegue olhar pra mim e pensa “ah, deu uma engordada”
mas quando eu tiro a roupa e tento provar qualquer coisa do meu guarda roupa
é q da pra constatar q não foi “uma engordada”
foram umas sete engordadas
é, é a mesma sensação que tenho
aliás, esses dias fui colocar uma calça que comprei depois da cirurgia e adivinha
nao entrou
entrou mas sabe linguiça?
ou melhor
lombo costurado com barbante
to ligada
to no mesmo barco
=/
vamos ser realistas
a gente tá acabada
HAHAHAHA
eu ia ser mais otimista, po
eu gosto de acreditar no inóspito
hahahaha
mas confesso:
é decepcionante viver com caganeira e não emagrecer nadica
na real sabe oq realmente me incomoda no meu corpo?
o que?
as dobrinhas nas COSTAS
putz nem fale
o resto eu nao me importo, até pq é mais facil de perder
ODEIO elas
ODEIO
a pança eu nem ligo. é mais facil de esconder
agora as dobras nao dá
a menos q vc use um PONCHO
hahaha
cintura permanente né
cintura COM permanente! enroladinha
cintura plissada
FIM.
preocupações importantérrimas de uma mulher de 32 com cintura plissada. como diria uma amiga… bregada!
três anos depois. October 15, 2009
Posted by Paula Schutze in casadostrinta.Tags: lifetime, mudança
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li hoje num post antigo do blog Espírito de Porco e achei que ornou com a forma como me sinto.
“Aprendi a conviver comigo mesmo, coisa que, em família (ou qualquer outro grupo) nem sempre é possível.”
coisas que eu aprendi: que consigo sair da cama ao primeiro toque do despertador (e essa causa inveja em muita gente!). que na minha casa não pode faltar yakult e mate leão. que sou maníaca por organização, do tipo que lava a louça depois que acaba a festa mesmo que sejam duas horas da madrugada. que música muito alta dentro de casa me deixa nervosa, mas a tevê ligada pra fazer um barulhinho vai bem. que não sou ninguém sem uma caneca de sucrilhos logo cedo. e sem tevê a cabo. que sou meio antissocial mesmo e não há nada que possa mudar isso, essa sou eu – e olha que aos 32 ando bem melhor. que, de fato, não importa a hora do dia, eu sempre durmo no meio de filmes… essa sou eu e acho que a tendência é piorar. que não ligo de andar de ônibus – cada um com seus problemas e meios de transporte.
mas também tem todas as coisas que eu ainda não aprendi. como, por exemplo, uma forma de NÃO dormir nos filmes. não descobri como fazer compras saudáveis – adoraria que minha geladeira fosse cheia de frutas e verduras ao invés de patês, queijos e sobremesas. e também uma forma de não dar tanta importância pra louça suja na pia. embora eu acredite que quem tem louça na pia não se preocupa tanto com a vida alheia…
pensamentos aleatórios, como de costume. October 8, 2009
Posted by Paula Schutze in casadostrinta.Tags: facts, lifetime
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já acostumada na casa nova (delícia). parece que tô lá há tanto tempo. já consigo andar pela casa no escuro sem dar cotoveladas nos trincos das portas ou enroscar o mindinho no pé da cama. claro, isso também acontece porque lá tem mais espaço. posso ser estabanada com mais conforto. es-ta-ba-na-da.
mas eu tava falando aqui que tô bem acostumada na casa nova. a vida é assim, um constante “acostumar-se”. pro bem e pro mal. o presidente da empresa onde trabalho sempre fala que na vida profissional devemos ter mudanças o tempo todo, pras pessoas nunca entrarem na tal da zona de conforto. concordo. mas fora do escritório eu mereço conforto. e espaço pra quebrar copos. todo mundo merece conforto. inclusive você.
então rolou uma mudança e acabou que eu fiquei de castigo no cantinho. lugar bom, mas de frente pra única parede branca que tem no escritório. é tudo janela, daquelas grandes que vão de cima a baixo. mas eu passo o dia de frente pra uma parede branca e isso tem me cansado. tiro os olhos da tela e tudo que vejo é isso: concreto pintado de branco, um branco puro, ah se todo branco fosse assim. mas eu vou me acostumar, certo? porque a vida é um constante acostumar-se… todo mundo se acostuma. inclusive você.
e foi assim que adentramos o esperado mês de outubro. primavera correndo solta (oi?), horário de verão, as coisas começam a ficar com aquela cara de natal, de verão… verão? lembro que começou a chover constantemente na semana anterior ao meu aniversário. fiquei decepcionada. o dia do aniversário foi cinza. não choveu, mas foi cinza e meio frio, e pra completar era domingo. isso foi há 4 meses atrás. depois vieram tantas semanas cinzas, tantas manhãs de vento gelado e garoa fina, e tantos aniversários em dias bem mais cagados que o meu… e agora eu olho pela janela (quando fujo um pouco da parede branca) e vejo tudo cinza sempre. parece que o sol se foi há tanto tempo, acho que me acostumei ao cinza. mas sinto saudades do céu inteiro azul. sinto sim. todo mundo devia viver debaixo de céu azul. inclusive você.
por fim, me acostumei a coisas que não deveria. saudades que deixei de sentir. pessoas que deixaram de fazer parte da vida e às vezes é engraçado, tento lembrar delas e mal enxergo seus rostos. não sei mais nada sobre elas. e elas mal sabem sobre mim. não tenho seus novos números de celular. não as vi engordar, emagrecer, cortar o cabelo, mudar a cor das unhas. perdi o endereço de suas casas, esqueci o link de seus blogs e já não consigo me lembrar onde foi que tudo mudou. elas não conhecem minha casa nova, meu sofá lindo que já tem um ano e sequer pude lhes mostrar os vídeos do meu sobrinho falando “maicon jésson”. não compartilhamos mais nada, absolutamente nada. nos tornamos estranhos do pior tipo: aquele tipo que finge não se conhecer dentro de um restaurante pequeno. não nos demos mais o trabalho de ligar para dar um alô. nem que esse alô viesse seguido de um “sua grande filha da puta, vou te odiar pelos próximos 365 dias”. mas depois deveria passar. não passou. porque a gente se acostumou. e porque, como tudo nessa vida, os buracos foram milagrosamente tapados. a vida nos surpreende de tantas formas. e daqui do alto desse outubro lindamente primaveril (ironia) eu vejo que ela foi generosa. me deu tudo que eu precisava pra poder me acostumar. sofá novo. sapatos novos. casa nova. cozinha nova. novas cores de esmalte. quadros novos. novas mesas no trabalho. e, principalmente, novos amigos. todo mundo deveria ter coisas novas. e novos amigos. inclusive você.
tuítaqui. October 7, 2009
Posted by Paula Schutze in casadostrinta.Tags: cretinos, facts, twitter
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sou meio resistente a essa coisa de twitter “blocked”. se não quiser ser lido, vai escrever em rupestre na parede da caverna.
melhor tuitada de ontem, por eu mesma.
arrá.
tuítaqui. October 1, 2009
Posted by Paula Schutze in casadostrinta.Tags: tuins, twitter
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as tuitadas boas do dia hoje são 3. comentadas.
@schutze aqui o inverno dura geralmente até o outono, quando enfim começa o verão.
em resposta à @janavila, que veio da itália passar férias por aqui… pra ela só falta a neve.
@estelacarvalho adouro pessoas que dizem “encarar de frente”
pra mim tão no mesmo nível daquelas que falam mortandela e xalxixa.
@polzonoff Fui ao mercado comprar sorvete. Comprei um monte de coisas, menos sorvete.
é que eu sempre faço isso.
tuítaqui. September 29, 2009
Posted by Paula Schutze in casadostrinta.Tags: twitter
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na falta de assunto, vou instituir neste blog as 2 melhores tuitadas do dia – uma de alguém que eu sigo e, claro, uma minha. que afinal esse blog é meu, eu sou a razão dele existir. rá rá rá.
as melhores de hoje:
@schutze acho engraçado como certas pessoas tentam convencer o mundo de que tem relações maduras. como se isso precisasse ser anunciado.
@polzonoff Escrever no Twitter quando se está de bom humor não tem graça…
e, assim, eu devo explicações aqui porque tem gente que lê. as melhores tuitadas nem sempre são as mais engraçadas, ou polêmicas. mas são aquelas que eu li e pensei “gênio”. rá rá rá.
pracê ver. a falta de sol tá me deixando tantã.
até amanhã. me segue aqui, ó.