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Serial killers, zumbis e a Glenn Close

17 Nov

Mas vamos falar de coisas realmente úteis. Um resumo de tudo o que eu tenho feito nas poucas horas vagas: seriados.

Assistindo Dexter season 5. Contém spoilers!

Não tô achando essa temporada excelente, pra te falar bem a verdade. Cadê a sanguinolência, o suspense extremo, o desenrolar das coisas? Já está na metade e ainda não deu pra entender a que veio. Será que o Dexter vai pegar a Lumen? Ou será que ele vai matar o Quinn? E aquela babá, convenhamos, ela é só uma babá ou vai despirocar, sequestrar o bebê, dedurar o Dexter… tantas perguntas e nenhuma resposta.

ou caga ou desocupa a moita...

Assistindo Damages season 2. Contém um pouco de spoilers também…

Se você nunca assistiu essa série, recomendo NOW. Foi dica da minha chefe, que me emprestou as temporadas em DVD (achei chic, total anti pirataria). Mas tem que assistir desde o primeiro episódio mesmo,  é muito intenso. Olhe bem pra essa foto. Patty Hewes (Glenn Close) é a reencarnação das piores pessoas que você conheceu na vida: a professora bruxa do jardinzinho, a chefe bruaca do escritório de advocacia, a atendente de telemarketing que não conseguiu resolver o problema do seu cartão de crédito e a agência de viagens que fez merda na hora de marcar suas férias: todos eles estão ali.

Glenn Close is a bitch.

Assistindo The Walking Dead.

Nunca fui muito fã dessas coisas de zumbis. De fato, acho que são feitas para meninos. Assim como tem o “humor para meninos” ( estilo a tirinha do Wagner & Beethoven), também tem o terror para meninos. Zumbis são o tipo de terror ideal para rapazes, porque afinal todo mundo sabe que zumbis não existem. Sabe, meninos não lidam muito bem com essa coisa do medo. Foram criados e instruídos para serem machões, intocáveis e para proteger donzelas indefesas. Mas nunca precisaram encarar coisas medonhas mesmo, como depilação e menstruação. Então eles se orgulham por não ter medo de zumbis. Deixa eles…

Well. A série é boa. Apesar de que eu não consigo assistir um episódio inteiro, fico me escondendo embaixo do edredon.

Cozinhando com Dexter

29 Sep

Depois de uma semana, estou de volta. Ocorre que o Sr. Forte passou por uma cirurgia na semana passada e está em franca recuperação, mas agora além das atividades profissionais, extra-curriculares, femininas e domésticas eu ainda exerço funções de enfermagem amadora no período noturno. Controlo a alimentação, os horários dos remédios, troco curativos E ainda faço agrados. Na boa, eu casava comigo.

Vamos aos fatos da semana. Depois de passar o mês vendo repetidas vezes a propaganda do canal FX anunciando “nova temporada de Dexter”, na 5ª feira estava tudo pronto: pipoca, almofadas, cobertas, chuvinha marota lá fora. Qual não foi a minha surpresa quando descobri, na metade do primeiro episódio da nova temporada, que na verdade era a velha? Alô, canal FX: um ano de atraso? Só faltava ser dublado… mais mongo que o FX, só eu.

Pra minha sorte, 5ª. feira é uma espécie de dia da culinária no canal GNT: Chuck´s Day Off + Diários do Olivier. Ao invés de acompanhar o drama de Dexter, aprendi a fazer o steak tartar francês e a calda de caramelo. Receitas aqui e aqui. Favor não jogar a calda de caramelo sobre o tartar. Grata.

Bem, a calda de caramelo foi testada em casa ontem pelo Sr. Forte. Ficou bonito:


A quem possa interessar, também ficou gostoso.

E hoje também ganhei um mimo de um amigo que voltou de viagem. Uma imagem vale mais que mil palavras:


Logo ali, no canto direito, em vermelho…

Como dá pra observar, o projeto verão 2011 encontra muitos obstáculos pelo caminho.

Voltando ao Dexter: desculpa, não vai dar pra esperar um ano até a season 5 “estrear” no FX. Então eu tive que baixar o episódio na internet! Achei o primeiro episódio um tanto enrolado. (CONTÉM SPOILERS, SE VOCÊ NÃO ASSISTIU VÁ PARA O ÚLTIMO PARÁGRAFO) Entendo que Rita Bennet precisava ser velada e enterrada com toda a dignidade que uma mulher xarope dama merece. Por aqui, lanço minhas apostas para os próximos episódios. Acho que o Quinn corre risco de morrer como o Doakes, acho que o Trinity vai inundar mais algumas banheiras, acho que o bebê não vai ser um serial killer e acho que a LaGuerta emagreceu e tá bem bonitona!


Esta é a LaGuerta.

E este é o Chuck:

Numa tevê perto de você. Tchau!

Casamentos, casais e coisas.

20 Sep

Enfim chegou a semana mais esperada do ano, pelo menos em se tratando de seriados: estreia nos próximos dias a 5ª temporada de Dexter, meu serial killer favorito.

Acho melhor ainda que isso aconteça poucos dias depois da season finale de True Blood #3. Achei um lixo. Você pode me dizer que é tudo fantasioso no mundo de Sookie, mas isto não vai me convencer. Eu sempre soube que vampiros não existiam! E o fato deles não existirem não justifica um desfecho meia-boca como esse, afinal na vida real nem sempre as coisas terminam redondinhas, mas a ficção existe pra que o contrário aconteça. Desde quando o mocinho do filme vira um canalha depois de 3 temporadas? Desde quando cimento mata vampiros? Sempre achei que fosse água benta, bala de prata, etc etc… humpf.

*
Casamento que começa cedo is the new black. Não que eu ache ruim, muito pelo contrário. Acho legal essa coisa de casar quando ainda é dia e embebedar os convidados muito antes da meia-noite. Isso garante que a primeira noite do casal seja bem aproveitada – você não vai chegar no hotel às 6 da manhã e poder aproveitar a suíte nupcial por míseras 6 horas. Acho digno!

*
Por falar em casamento, eu tô muito aí pra quem casa. Mudei de opinião, dá licença? É que hoje em dias as relações estão babaquizadas (novo termo para banalizadas). As pessoas não constróem mais relações, histórias com começo, meio e final feliz. As pessoas apenas se relacionam. Não tem mais planos ou porquês. Acho que sou meio à moda antiga nesse aspecto. Não tem como você viver uma história sem história. Histórias precisam de duas pessoas. De pele, de contato, de piadas internas, de ligações no estilo “só queria dar um oi”. As pessoas ficam juntas porque se gostam, e não porque “decidiram se gostar”. Sei lá, viu.

Countdown: esperando Dexter

2 Sep

Pelo que andei lendo, faltam 25 dias para a estreia da 5ª. temporada de Dexter. Há uns 6 meses atrás, quando eu li “nova temporada em setembro”, achei que o tempo ia se arrastar. Até que passou rápido. O problema é que hoje é dia 2, mais 25 = 27 de setembro. Ou seja, a estreia é praticamente em outubro, né? Mas não vou reclamar justo agora que falta tão pouco.


O que eu mais gosto de Dexter, além do próprio Dexter, é que é a única série na face da Terra em que eu não costumo dormir nos episódios. (marquei o costumo em itálico pra não generalizar. pode vir a acontecer. mas não é de praxe) Sim, porque eu tenho esse problema, eu durmo em tudo, é de conhecimento público. Eu chego ao cúmulo de dormir nos 15 minutos finais de episódios de How I Met Your Mother (cada episódio tem 22 min, vejam o tamanho do meu problema). Eu durmo em True Blood, eu durmo em todo e qualquer filme, eu já cheguei ao cúmulo de dormir assistindo Irreversível. Vejam o tamanho do meu problema. Mas em Dexter eu não durmo.

Eu gosto daquela narrativa, daquela voz sorrateira do Dexter, saindo da tevê e entrando no meu subconsciente. Se eu tivesse tendências assassinas, Dexter seria meu guru. Eu acho a abertura de Dexter uma das coisas mais incríveis do mundo. Eu adoro que Dexter se passa em Miami, e sai daquele circuito rhyco clichê Los Angeles- New York – Beverly Hills – Malibu Shores. Nada de bolsa D&G, scarpin meia-pata, perfume Dior, gente bonita e penteada. Dexter tem praia, gente suada, sangue e a mocinha (a irmã dele, Debra Morgan) é feia. Adoro.

E pra completar, acho o Dexter sexy. Mais do que qualquer vampirinho de meia-tigela. Pronto, falei. Meu sonho é que o Dexter fosse fazer uma tatuagem no Miami Ink.

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